"Eu acredito na diversidade da vida e suas ofertas. O amor acontece quando menos esperamos ou procuramos, basta estarmos felizes e abertas!
Não é nem no desespero e nem na tristeza, muito menos na revanche… É quando estamos amando a nós mesmas! Aí sim vem de sopetão!
Derruba as pernas, vira nossa cabeça, solapa nossos conceitos.. é como uma tsunami do bem!
Relaxa… Tudo vai dar certo! Verá!"
Pascal: "Les hommes sont si nécessairement fous que ce serait être fou par un autre tour de folie de n’être pas fou’. (...) Il faut faire l’histoire de cet autre tour de folie, de cet autre tour par lequel les hommes, dans le geste de raison souveraine qui enferme leur voisin, communiquent et se reconnaissent à travers le langage sans merci de la nonfolie...”
quinta-feira, 15 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Fênix
Por vezes uma melodia triste se instala na nossa alma...
Mas..
Mas..
Ao abrirmos as janelas da percepção,
encontra-se a sutileza das linhas melódicas
Uma beleza singela que arrepia.
Aos poucos,
o aroma se faz encantado
O corpo flutua…
baila…
A rua inteira a levitar
Devagarinho retomamos as sensações
… nunca tão belas =)
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Harmonia celestial
"In physics, the n-body problem is an ancient, classical problem[1] of predicting the individual motions of a group of celestial objects interacting with each other gravitationally."
Nem dá para imaginar a sequencia de fórmulas e letras esquisitas no meio das palavras… Junto com a citação de um cara chamado Poincaré. Eu já meio que entendi que qdo este nome está no meio de um monte de teorias.. a coisa é punk. Bem punk. Como disse uma amiga matemática, Rock'n Roll!!!!!
- nem consigo imaginar o que seja…
Enfim…
Isto, ao meu ver, caracteriza a dificuldade teórica que temos ao tentar prever a harmonia entre seres diferentes. Ou, a chegada de um "corpo estranho" numa dinâmica social familiar pré-estabelecida.
Por vezes batemos tanto, mas tanto nesta tecla que empacamos.
Desconsideramos a força da Natureza que consegue sim estabelecer uma harmonia entre os corpos celestes.
Entre os seres humanos… cada um com suas convicções, desejos, aspirações, características tão, mas tão diversas… Acho que algo sempre pode nos pegar de surpresa:
Vai chegando devagarinho ao som da melodia,
emitindo pseudópodes que encontram as pequenas frestas
naquela esfera antes hermética
pseudohermética!!!
De repente percebemos o rearranjo,
a harmonia entre os corpos celestes
Como pode ser tão natural?!?!?!
Do pai dos ignorantes desesperados por uma resposta rápida, Wikipedia...
Nem dá para imaginar a sequencia de fórmulas e letras esquisitas no meio das palavras… Junto com a citação de um cara chamado Poincaré. Eu já meio que entendi que qdo este nome está no meio de um monte de teorias.. a coisa é punk. Bem punk. Como disse uma amiga matemática, Rock'n Roll!!!!!
Enfim…
Isto, ao meu ver, caracteriza a dificuldade teórica que temos ao tentar prever a harmonia entre seres diferentes. Ou, a chegada de um "corpo estranho" numa dinâmica social familiar pré-estabelecida.
Por vezes batemos tanto, mas tanto nesta tecla que empacamos.
Desconsideramos a força da Natureza que consegue sim estabelecer uma harmonia entre os corpos celestes.
Entre os seres humanos… cada um com suas convicções, desejos, aspirações, características tão, mas tão diversas… Acho que algo sempre pode nos pegar de surpresa:
Vai chegando devagarinho ao som da melodia,
emitindo pseudópodes que encontram as pequenas frestas
naquela esfera antes hermética
pseudohermética!!!
De repente percebemos o rearranjo,
a harmonia entre os corpos celestes
Como pode ser tão natural?!?!?!
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domingo, 27 de abril de 2014
Empacada!!!
"Não se deve evitar o empacamento. Ele é o antecessor físico de todo o conhecimento real. Sua aceitação humilde é a chave para a compreensão.
Pirsig, RM - zen e a arte da manutenção de motocicletas
Não consigo escrever
Nem postar
As palavras bloqueadas...
O pensamento se esvai
Um vazio... Ocupado
pelas sensações
Sentimentos
Sonhos...
Sim, te encontrei num sonho!!!
Este agora ocupa meu pensamento
Minhas dúvidas
Especulações teóricas
Formulações lógicas
Acolho e abraço todo esse
V A Z I O
Pleno
Sereno
Quentinho
Macio
Livro-me das letras
E me aninho nos teus braços
Sim, caro, estou
L I V R E !!!
Nunca, nunca, bailei tanto neste vazio!
terça-feira, 15 de abril de 2014
Sobre cães e casamentos
Acho que as pessoas tvez se espantem com minha frieza frente aos cães e gatos. Sou uma cuidadora, mas não tenho a menor vontade de soltar um "ownnn" frente a uma travessura desses bichinhos. Detesto vê-los sofrer, assim como detesto ver uma planta secar. Só.
Não foi sempre assim.
Eu e meus irmãos, como toda criança, vivíamos pedindo aos nossos pais mais um irmãozinho ou um cachorrinho.
Eis que veio o Juno, um pincher ardido que não parava de latir, fazia xixi por todos os cantos da casa, ninho de pulgas - ele era mínimo mas conseguia ser um mundo de pulgas!!! - e mordia todos, mas todos mesmo.
Foram 15 anos de sofrimento: a gente não tinha coragem de se desfazer dele - não tínhamos um inimigo tão odiado que merecesse aquela praga.
Quando adoeceu, foi-se pela lei da natureza. Não procuramos veterinário, nem hospital de cães, nada disso. Em nada interferimos.
Nenhum remorso - ou talvez algum… Ainda tenho pesadelos com isso.
Enfim, nunca mais quisemos saber de animais de estimação. Nenhum de nós.
Esta história é beeeeeem diferente da maioria das histórias felizes, em que há um amor tremendo e a morte do animal é uma tristeza só.
Em ambos os casos, uma reação possível é a recusa em se ter um animal.
Mas, perceba, a causa é extremamente diversa.
No primeiro caso, a obrigação de suportar o relacionamento traumatizou!!! Já imaginou tudo de novo? A repulsa é pela desgraceira da relação.
Já no segundo caso, é o medo do sofrimento do término da relação.
Perceba, de novo, que isso é como casamento!!!
Um ex que sofre pacas com o término da relação, evita entrar em outro. Não exatamente tem repulsa à relação. A relação para ele é tudo de bom, mas teme - e muito! - sofrer com o fim.
Agora… um ex que sofreu DURANTE a relação, evita entrar em outro por repulsa mesmo! O casamento, e não o fim dele, é que dá falta de ar…
Acho que sou um caso perdido.
Definitivamente...
Não foi sempre assim.
Eu e meus irmãos, como toda criança, vivíamos pedindo aos nossos pais mais um irmãozinho ou um cachorrinho.
Eis que veio o Juno, um pincher ardido que não parava de latir, fazia xixi por todos os cantos da casa, ninho de pulgas - ele era mínimo mas conseguia ser um mundo de pulgas!!! - e mordia todos, mas todos mesmo.
Foram 15 anos de sofrimento: a gente não tinha coragem de se desfazer dele - não tínhamos um inimigo tão odiado que merecesse aquela praga.
Quando adoeceu, foi-se pela lei da natureza. Não procuramos veterinário, nem hospital de cães, nada disso. Em nada interferimos.
Nenhum remorso - ou talvez algum… Ainda tenho pesadelos com isso.
Enfim, nunca mais quisemos saber de animais de estimação. Nenhum de nós.
+++
Esta história é beeeeeem diferente da maioria das histórias felizes, em que há um amor tremendo e a morte do animal é uma tristeza só.
+++
Em ambos os casos, uma reação possível é a recusa em se ter um animal.
Mas, perceba, a causa é extremamente diversa.
No primeiro caso, a obrigação de suportar o relacionamento traumatizou!!! Já imaginou tudo de novo? A repulsa é pela desgraceira da relação.
Já no segundo caso, é o medo do sofrimento do término da relação.
Perceba, de novo, que isso é como casamento!!!
Um ex que sofre pacas com o término da relação, evita entrar em outro. Não exatamente tem repulsa à relação. A relação para ele é tudo de bom, mas teme - e muito! - sofrer com o fim.
Agora… um ex que sofreu DURANTE a relação, evita entrar em outro por repulsa mesmo! O casamento, e não o fim dele, é que dá falta de ar…
Acho que sou um caso perdido.
Definitivamente...
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domingo, 13 de abril de 2014
(en)canto
Aaahh meu amor,
se soubesse o encanto
do teu canto
ao pé do meu ouvido
Quase mudo,
menos que um sussurro
Ondas… partículas… colapsam na magia
Aquele que escuto
quando as janelas da nossa alma escancaram
Aquele que escuto
qdo chego pertinho do teu peito
para sentir a ressonância da frequência cardíaca
quase em uníssono
E que surge só com a entrega
com a espera insana
do encontro
Cuida-me.
Espera, que volto já...
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sábado, 12 de abril de 2014
Desencontros, descuidado. inexistência cartesiana
Os homens dizem que não há mulheres por aí.
As mulheres dizem que não há homens por aí.
Existem. Óbvio que existem. Se não, não haveria TANTA gente em SP.
Na verdade, as pessoas andam muito armadas.
Sem disposição para ouvir
Sem coragem para confiar
Sem entrega…
Acho que tive muita sorte.
Aprendi a confiar e me deixar confiar.
Amei e fui amada sem medo e sem vergonha.
Com essa entrega, o cuidado e a gentileza afloram
Eu percebo, capto este cuidado no maior dos ogros.
O carinho torto
O afeto sincero
Mas tudo tem limite. E há que se dizer onde ele está, e isto estou aprendendo.
Um dia dou conta. Confie.
As mulheres dizem que não há homens por aí.
Existem. Óbvio que existem. Se não, não haveria TANTA gente em SP.
Na verdade, as pessoas andam muito armadas.
Sem disposição para ouvir
Sem coragem para confiar
Sem entrega…
Acho que tive muita sorte.
Aprendi a confiar e me deixar confiar.
Amei e fui amada sem medo e sem vergonha.
Com essa entrega, o cuidado e a gentileza afloram
Eu percebo, capto este cuidado no maior dos ogros.
O carinho torto
O afeto sincero
Mas tudo tem limite. E há que se dizer onde ele está, e isto estou aprendendo.
Um dia dou conta. Confie.
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